Constelação Familiar Sistêmica

Como entender a Constelação Familiar?

O Anseio (desejar)

O anseio nos mantém em movimento. Ele nasce de uma necessidade: de ar, de água, de alimento. Sem o que não poderíamos permanecer vivos, desenvolver-nos e crescer.

Da mesma forma temos anseio por outras pessoas, pois também necessitamos delas para permanecer vivos, crescer e desenvolver-nos.

Como ficamos saciados e satisfeitos quando temos suficiente ar, água e alimento, também ficamos satisfeitos e nos sentimos bem na companhia de pessoas que gostam de nós e que amamos: pessoas com quem mantemos intercâmbio em vários níveis, pessoas em quem podemos confiar em nossas necessidades – pais irmãos por exemplo – e mais tarde a pessoa com quem compartilhamos o nosso íntimo além de nossa estrutura, por exemplo, tendo filhos com ela.

A maior parte das coisas pelas quais ansiamos nos é dada e está próxima de nós.

Precisamos tão somente tomá-las, acolhê-las e nos abrirmos a elas. Outras coisas demandam de nós, para que as alcancemos: ação própria, esforço, persistência e cuidado, alguma habilidade, alguma amizade, algumas relações e naturalmente tudo o que precisa ser plantado e empreendido para que produza o resultado e o fruto a que aspiramos.

Esse anseio está disposto a pagar o custo devido pelo resultado desejado. E também está disposto a ajustar-se e adaptar-se às circunstâncias que o favorecem ou condicionam, Inclusive a consideração pelo momento oportuno.

Muitas vezes, o que desejamos não é algo puramente pessoal, não diz respeito apenas a nós mesmos. Decorre de uma necessidade e responsabilidade pelo que está além de nós, de um movimento que nos engolfa e toma a seu serviço, para coisas maiores.

Esse anseio está em sintonia com algo que nos transcende, ao qual se ajusta e subordina. Por isso, esse anseio confia nesse algo maior e aguarda serenamente o momento oportuno.

Contudo, algumas vezes somos tomados pelo anseio como por uma tempestade irresistível e poderosa, que rompe as fronteiras habituais e com seu ímpeto produz coisas grandes.

Às vezes quando a tempestade se acalma, somos tentados a ir mais longe, confiando mais em nossa força do que na dela.

Então o anseio perde a sintonia e torna-se uma esperança ilusória.

O anseio termina quando é satisfeito. Então chega o tempo de deixá-lo, o tempo da serenidade, que está em sintonia com tudo o que vem e vai.

Bert Hellinger , Pac, pag 44


Isabela Couto | Psicanalista | Constelação Familiar com treinamento pelo #Idesv |


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Informação

Publicado em 5 de maio de 2018 por em Consciência, Liberdade, Liberdade, Sucesso.
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