Constelação Familiar Sistêmica

Como entender a Constelação Familiar?

Sofrimento

Mas às vezes sofremos de verdade…

Sabemos que qualquer sofrimento se sustenta sobre boas razões e vem envolvido em argumentos brilhantes. Isso o faz mais vendável, mais justificável.

Entretanto, o único sentido do sofrimento, que não é dor, é fazer sofrer os demais.

A solução para o sofrimento é muito simples.

Se sabemos que buscamos no lugar inadequado e que isso nos deixa insatisfeitos, talvez possamos corrigir e, finalmente, buscar no lugar adequado, que sempre é com nossos pais e com a integração de nossa história pessoal, ou seja, aprendendo a apreciá-la por mais dolorosa que seja.

Na prática, as dinâmicas familiares e afetivas são muito complexas e sutis e, com frequência, uma crise, a separação, problema com os filhos ou qualquer outro infortúnio costuma ser uma oportunidade para trazer à tona e rever o que é preciso ser recolocado na relação com os pais ou com a família de origem e, com eles, enfrentar os assuntos pendentes.

Quando o caminho com o qual pretendíamos nos encher falha, quando uma crise nos assola, quando um trecho de nosso caminho se esgota, talvez se abra uma oportunidade, sobretudo se somos capazes de permanecer em nossa fragilidade e abrir o coração.

Como todas as pessoas, os pais são mais reais que perfeitos, e é suficiente que sejam assim.

Quem exige perfeição fica sozinho, nem sequer tem a si próprio, porque também se acha imperfeito.

As ideias de perfeição pertencem ao reino de nossas imagens mentais, mas não à realidade, que seguramente anda pouco preocupada com si mesma e com sua melhoria.

É que talvez a realidade seja perfeita por si mesma, tal como é “neste momento”, incluindo nossos desejos de mudá-la, que também são tão reais.

O que ajuda não é muito popular, mas tem efeito e consiste em estar de acordo com a mente, o corpo e a alma, inclusive com a dor que se sente.

É estar de acordo no coração com o fato de que as coisas são como são e se abrir emocionalmente a isso.

A maioria das pessoas ama profundamente seus pais e, quando param de se fechar em seus argumentos defensivos, reabrem o coração e superam a dor, voltando a sentir o amor e a ternura que tinham por eles.

Também descobrem que um dia os pais foram crianças e que o coração deles também foi frágil e aprendeu a se defender, que viveram da mesma forma suas carências e mágoa.

Bastaria que aceitássemos a dor da mesma forma que outras experiências da vida para estarmos mais perto da serenidade e do amor, que é o que nos faz sentir plenos.

O mal-estar interior certamente não se baseia em não ser querido, mas em sermos nós mesmos quem nos rejeita.

Por fim, o que ajuda é cada um estar no lugar que lhe corresponde na cadeia da vida e tomar de seus antecessores a força e a chama vital, em vez de buscar encontrá-la nos posteriores ou nas ilusões mais comuns da vida: a riqueza, o poder ou o afã da notoriedade.

Joan Garriga


Atendimento Online com Bonecos

Textos/Estudos da Isabela

Youtube

Whatsapp

Instagram

Mini-curso Gratuito|10x Mais Resultados com a sua Constelação Familiar

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Informação

Publicado em 8 de maio de 2019 por em ALMA, Alma, Consciência, Emaranhamentos, Liberdade.
%d blogueiros gostam disto: